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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Vítimas de cyberbullying se suicidam

A estrela adolescente Miley Cyrus tem um recado para
os críticos que a chamaram de gorda na internet: a hostilidade na web
pode deixar cicatrizes emocionais nas pessoas que trazem consequências
sérias. Cyrus, de 16 anos, escreveu uma mensagem em sua página no
Twitter após um dilúvio de comentários em relação ao seu peso, depois
que ela mesma brincou sobre a flacidez de seus músculos.
“Falem o que quiserem. Tenho meus defeitos. Sou uma menina normal
e há coisas no meu corpo que mudaria, mas parem de me chamar de
gorda nas mensagens”, escreveu Cyrus, que interpreta a estrela de rock
Hannah Montana num programa de televisão e num filme da Disney.
“Não gosto sequer da palavra. Esses comentários que gente odiosa usa são palavras para atacar, aquelas que ferem a gente e fazem com que as pessoas causem feridas a si mesmas e aos outros”, acrescentou a jovem cantora.
Dados da Liga Antidifamação indicam que quase a metade dos adolescentes americanos sofreram “ciberbullying” através de email, mensagens instantâneas e textos publicados em sites, pois o anonimato desses meios torna mais valentes os agressores.
O “ciberbullying” pode ser tão emocionalmente devastador que tem levado a suicídios, motivo pelo qual 37 dos 50 estados americanos adotaram nos últimos 10 anos leis que obrigam as escolas a implementar estatutos contra sua prática.
Cyrus disse que as pessoas que passam tempo demais em sites de fofocas deveriam ler suas Bíblias e histórias ou artigos sobre as consequências do abuso virtual.
“As crianças prejudicam a si mesmas”, lamenta ela.
Filha do cantor de música country Billy Ray Cyrus, ela se tornou um dos maiores ídolos adolescentes desde que chegou em 2006 à série da Disney Channel “Hannah Montana”, sobre duas jovens que têm identidades secretas como estrelas de rock.
Fonte: O Globo


ARTIGO 146 DO CÓDIGO PENAL
CONSTRANGER ALGUÉM, MEDIANTE VIOLÊNCIA OU GRAVE AMEAÇA, OU DEPOIS DE LHE HAVER REDUZIDO, POR QUALQUER OUTRO MEIO, A CAPACIDADE DE RESISTÊNCIA, A NÃO FAZER O QUE A LEI PERMITE, OU A FAZER O QUE ELA NÃO MANDA:
PENA: DETENÇÃO DE 3 MESES A 1 ANO, OU MULTA.
§ 1o. AS PENAS APLICAM-SE CUMULATIVAMENTE E EM DOBRO, QUANDO, PARA A EXECUÇÃO DO CRIME, SE REÚNEM MAIS DE 3 PESSOAS, OU HÁ EMPREGO DE ARMAS.
§ 2o. ALÉM DAS PENAS COMBINADAS, APLICAM-SE AS CORRESPONDENTES À VIOLÊNCIA.

                                         Altas Horas - Bullying - Entrevista Isabela Nicastro

Bullying atinge 27,4% dos estudantes de Maceió, aponta pesquisa

Pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Goeografia e Estatística (IBGE) aponta que 27,4% dos alunos das redes públicas e particulares de Maceió já foram vítimas de bullying. No ranking brasileiro, a capital alagoana é uma das que apresenta uma das menores incidências de casos. Na liderança despontam Brasília, 35,6%, Belo Horizonte (35,3%) e Curitiba (35,2%), respectivamente.
A pesquisa envolveu estudantes do 9º ano do ensino fundamental (antiga 8ª série) de 6.780 escolas públicas ou privadas nas 27 capitais. Em Brasília, o maior número de casos ocorreu nas escolas particulares: 35,9%, contra 29,5% na rede pública.

Fonte: http://cyberbullyingbrasil.wordpress.com/
                                            Reportagem sobre Cyber Bullying no Fantástico
                                                    Cyber Bullying - Porque machuca tanto?
                                             Cyber Bullying - Criança mais segura na internet.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Cyberbullying





Cyberbullying é uma prática que envolve o uso de tecnologias de informação e comunicação para dar apoio a comportamentos deliberados, repetidos e hostis praticados por um indivíduo ou grupo com a intenção de prejudicar outrem. Como tem se tornado mais comum na sociedade, especialmente entre os jovens. Atualmente legislações e campanhas de sensibilização têm surgido para combatê-lo.





O cyberbullying tem sido definido como "quando a Internet, telefones celulares ou outros dispositivos são utilizados para enviar textos ou imagens com a intenção de ferir ou constranger outra pessoa.". Outros pesquisadores utilizam uma linguagem semelhante para descrever o fenômeno. 
O "cyberbullying" pode ser tão simples como continuar a enviar e-mail para alguém que já disse que não querem mais contato com o remetente, ou então pode incluir também ameaças, comentários sexuais, rótulos pejorativos, discurso de ódio, tornar as vítimas alvo de ridicularização em fóruns ou postar declarações falsas com o objetivo de humilhar.
Os cyberbullies podem divulgar os dados pessoais das vítimas (como nome, endereço ou o local de trabalho ou de estudo, por exemplo) em sites ou fóruns, ou publicar material em seu nome que o difame ou ridicularize-o. Alguns cyberbullies também podem enviar e-mails e mensagens instantâneas ameaçando e assediando as vítimas, postar rumores e boatos e instigar os outros para cima da vítima.
No Ensino Médio, as meninas são mais propensas a se envolver em cyberbullying do que os meninos. Mas independente do gênero do bully, seu objetivo é intencionalmente envergonhar, perseguir ou fazer ameaças on-line para os outros. Esse assédio moral pode ocorrer por meio de e-mail, mensagens de texto e mensagens para blogs e sites (como os de relacionamento).
O cyberbullying, via Web, pode ser considerado tão prejudicial quanto o bullying "tradicional", podendo, inclusive, levar, em casos extremos, ao suicídio.
Embora o uso de comentários sexuais estejam, às vezes, presentes no cyberbullying, esse não é o mesmo que assédio sexual.
A massificação da Internet, especialmente pelo uso entre as novas gerações, contribui para o aumento do cyberbullying, pois, no mundo virtual, os bullies não precisam dar as caras. A prática de cyberbullying, porém, não se limita apenas às crianças, podendo ocorrer também entre adultos.